Barra da Tijuca — Rio de Janeiro

Tratamento do Ronco e da Apneia do Sono no Rio de Janeiro

Avaliação integrada do exame do sono, das vias aéreas, da mandíbula e das condições dentárias para definir a opção mais adequada — aparelho intraoral, CPAP ou cirurgia.

CRO-RJ 38327 · Pós-graduação em Medicina do Sono · Atendimento na Barra da Tijuca · Mais de 850 avaliações verificadas

Você se identifica com algum desses sintomas?

Ronco alto que incomoda o parceiro

Acordar cansado mesmo dormindo horas

Pausas na respiração durante o sono

Sonolência excessiva durante o dia

Dores de cabeça ao acordar

Sensação de sufocamento noturno

Por que roncamos?

O ronco ocorre quando a passagem de ar pelas vias aéreas é obstruída durante o sono. Na apneia obstrutiva, a via aérea chega a fechar completamente, interrompendo a respiração por alguns segundos.

Ilustração anatômica mostrando a respiração normal, o ronco e a apneia obstrutiva do sono

Respiração normal

O ar flui livremente pelas vias aéreas.

Ronco

Os tecidos relaxam, estreitam as vias e vibram com a passagem do ar.

Apneia obstrutiva

A via aérea fecha e a respiração é interrompida por instantes.

Ronco e apneia obstrutiva do sono são frequentes e muitas pessoas não sabem que apresentam o problema. A presença de sintomas não confirma o diagnóstico: a avaliação e o exame do sono ajudam a diferenciar ronco primário de apneia.

A apneia obstrutiva do sono está associada a alterações cardiovasculares, metabólicas e cognitivas. A possível relação com declínio cognitivo e demência continua sendo investigada e não deve ser apresentada como causalidade estabelecida.

Reconheceu algum desses sinais?

Faça o teste de autoavaliação com as escalas de sonolência, ronco, fadiga e respiração nasal e veja sua pontuação em poucos minutos.

Quero entender meu caso

Diagnóstico

Como se descobre a apneia do sono?

O diagnóstico reúne duas partes: a avaliação clínica das vias aéreas, do nariz, dos maxilares e da língua, e um exame do sono que mede os eventos respiratórios durante a noite. Sintomas isolados não confirmam o quadro.

Paciente dormindo com sensores de polissonografia na cabeça, face, tórax e dedo, ligados ao aparelho de registro
Polissonografia: sensores registram sono, respiração, oxigenação, ronco e posição do corpo ao longo da noite.

1. Avaliação clínica

Exame do nariz, da faringe, da posição dos maxilares, dos dentes e da ATM para entender por que a via aérea se estreita no seu caso.

2. Exame do sono

Polissonografia em laboratório ou poligrafia respiratória domiciliar, conforme a indicação médica, para medir os eventos respiratórios.

3. Leitura do laudo

O IAH descreve a gravidade, mas oxigenação, sintomas e anatomia também pesam na escolha do tratamento.

Já fez o exame? Veja como entender o resultado.

Aparelhos intraorais para ronco e apneia

Modelos personalizados utilizados no consultório do Dr. Guilherme Lima.

Placa Personalizada para Avanço Mandibular no Sono

A placa personalizada de avanço mandibular é um dispositivo médico feito sob medida para cada paciente. Utilizada durante o sono, ela auxilia no tratamento de ronco e da apneia obstrutiva do sono de forma não invasiva.

Posicionada sobre os dentes superiores e inferiores, a placa promove um avanço suave e controlado da mandíbula para frente. Esse movimento:

  • Amplia o espaço das vias aéreas superiores, especialmente na região da faringe;
  • Estica os tecidos moles e músculos da garganta, reduzindo o risco de colapso durante o sono;
  • Mantém a língua em posição anterior, impedindo que obstrua a passagem do ar.

Estudos clínicos indicam que placas personalizadas podem reduzir o índice de apneia e hipopneia (IAH), melhorar a qualidade do sono, diminuir o ronco e aumentar a oxigenação noturna. A indicação e o ajuste devem ser feitos por um profissional especializado, após avaliação individual do caso.

Aparelho intraoral em uso na boca — Tipo PM Positioner tipo II

Transcrição resumida: o vídeo, sem áudio, mostra o aparelho intraoral tipo PM Positioner II posicionado sobre os dentes superiores e inferiores. A imagem aproxima-se da boca e demonstra como as duas placas se encaixam e mantêm a mandíbula levemente avançada, ampliando o espaço para a passagem do ar durante o sono.

Aparelho intraoral em posição — avanço mandibular durante o sono

Transcrição resumida: o vídeo, sem áudio, mostra o aparelho intraoral já instalado na boca. É possível ver a mandíbula sendo mantida em posição anterior pelo aparelho, com a língua estabilizada e a boca fechada, situação que reduz o colapso das vias aéreas e o ronco durante o sono.

Cirurgia Ortognática no Tratamento da Apneia Obstrutiva do Sono

O avanço esquelético bimaxilar é uma das abordagens com melhores resultados descritos na literatura para apneia obstrutiva do sono (AOS) moderada a severa, especialmente quando existem deformidades esqueléticas craniofaciais associadas.

Movimentos do avanço maxilomandibular (bimaxilar)

Tomografia antes e depois da cirurgia ortognática mostrando aumento da área mínima da via aérea de 33,3 mm² para 196,0 mm²

Antes e depois: ampliação da área mínima da via aérea

Colapsabilidade das vias aéreas

A apneia do sono ocorre quando os tecidos moles da faringe colapsam durante o sono, obstruindo a passagem de ar. Pacientes com retrognatismo mandibular, maxila atrésica ou padrão esquelético Classe II tendem a apresentar maior colapsabilidade, pelo espaço reduzido das vias aéreas superiores.

Melhora do fluxo aéreo

  • Aumento do volume faríngeo — a literatura descreve expansões de 20% a 40% no espaço das vias aéreas superiores;
  • Tração anterior dos tecidos moles: língua e músculos da faringe são projetados para frente, reduzindo o colapso;
  • Ampliação das áreas críticas, com aumento da área transversal mínima da via aérea;
  • Redução do IAH: estudos relatam diminuição de 50% a 80% no índice de apneia e hipopneia após a cirurgia.

Os resultados variam conforme a anatomia, a gravidade do quadro e as condições de saúde de cada paciente. A indicação depende de avaliação clínica individual, exames de imagem e polissonografia.

Dr. Guilherme Lima — Cirurgião Bucomaxilofacial e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Sono

Dr. Guilherme Lima

Cirurgião Bucomaxilofacial | Membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Sono

Um dos poucos especialistas no Rio de Janeiro com formação completa para oferecer diagnóstico preciso e todas as opções de tratamento — do mais conservador ao cirúrgico.

Graduação - Universidade de São Paulo - FO
Mestrado - Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ
Residência - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Especialização - Universidade Federal de São Paulo (DTM e Dor Orofacial)
Pós-graduação Medicina do Sono / Capacitação em Odontologia do Sono — ISono/EPM-UNIFESP
Pós-graduação Tratamento do Ronco — Instituto Albert Einstein
Treinamento Internacional — University of Kentucky, EUA
Treinamento Internacional — Hospital La Princesa, Madrid
Treinamento Internacional — SO'S Klinika, Lituânia
Treinamento Internacional — Cirurgias do Sono - Stanford University, EUA

O que dizem nossos pacientes

Profissional de excelência, qualificado, paciente e atencioso.

Simone Ferreira

Cirurgia Ortognática — Barra da Tijuca

Adorei. Explicou bem minha situação. Mostrou as opções de tratamento indicadas e me deixou livre para escolher. Atencioso e cuidadoso. Fiquei satisfeita e recomendo.

Waldelice Costa

Consulta verificada — Barra da Tijuca

Melhor profissional e o atendimento foi ímpar. Tirou todas as minhas dúvidas e já iniciarei o tratamento.

Marcos Wagner

Consulta verificada — Barra da Tijuca

Depoimentos reais publicados por pacientes no perfil verificado do Dr. Guilherme Lima na Doctoralia.

Onde nos encontrar

Endereço

Av. das Américas, 2901 — Sala 504
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro — RJ

WhatsApp

(21) 92001-9005

Instagram

@dr_guilhermelima

Site

drguilhermelima.com.br

Como funciona o tratamento?

Qual tratamento para o ronco é indicado para mim?

1

Avaliação inicial

Entendemos seus sintomas, histórico, exames e características anatômicas.

2

Investigação do sono

Quando indicado, avaliamos exames como polissonografia ou estudo do sono.

3

Avaliação anatômica

Analisamos mandíbula, maxila, posição da língua, vias aéreas e outras características relevantes.

4

Definição do tratamento

Podem ser consideradas alternativas como: Aparelho intraoral | CPAP | tratamento cirúrgico

5

Tratamento

A terapia é individualizada conforme o diagnóstico.

6

Acompanhamento

Avaliamos resposta, adaptação e necessidade de ajustes ou nova investigação.

Avaliação anatômica: análise das características mais relevantes para entender o ronco e a apneia.

Informações e Dúvidas

Tudo o que você precisa saber

Cirurgia Ortognática e Apneia do Sono

O plano de saúde cobre cirurgia ortognática?

Sim, a maioria dos planos de saúde cobre a cirurgia ortognática. Por ser um procedimento funcional e de saúde — e não estético —, a cobertura é respaldada por lei. No entanto, a extensão da cobertura varia conforme o contrato: alguns planos cobrem apenas os custos hospitalares, enquanto outros cobrem também os honorários da equipe médica. Para a aprovação, é necessário apresentar laudos médicos e odontológicos que comprovem a indicação clínica.

Qual é o melhor convênio para cirurgia ortognática?

Os melhores planos para cirurgia ortognática são aqueles com ampla rede de hospitais credenciados e cirurgiões bucomaxilofaciais. Convênios como Bradesco Saúde, Amil, SulAmérica e Unimed costumam ter boa aceitação e fluxos estruturados para aprovação do procedimento. O “melhor” convênio dependerá da categoria do seu contrato e da facilidade de liberação dos materiais cirúrgicos e da equipe especializada.

A cirurgia é a primeira opção de tratamento para o ronco e a apneia do sono?

Não, a cirurgia geralmente não é a primeira opção. A primeira linha de tratamento para a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) inclui mudanças no estilo de vida (como perda de peso e exercícios) e o uso do CPAP (dispositivo de pressão positiva contínua nas vias aéreas). A cirurgia é indicada principalmente nos seguintes casos: quando o paciente não se adapta ou recusa o uso do CPAP, ou quando existem alterações anatômicas específicas na via aérea que podem ser corrigidas cirurgicamente.

Qual é o objetivo principal da cirurgia para apneia do sono?

O objetivo principal é desobstruir e ampliar a via aérea superior. O ronco e a apneia acontecem pelo colapso dos tecidos da garganta durante o sono. O procedimento cirúrgico remove ou reposiciona as estruturas anatômicas que bloqueiam a passagem do ar (no nariz, na garganta ou na base da língua), permitindo uma respiração livre e contínua durante a noite.

O que é a cirurgia de avanço maxilomandibular e quando ela é indicada?

A cirurgia de avanço maxilomandibular (um tipo de cirurgia ortognática) é o procedimento com a maior taxa de sucesso para apneia do sono, superando 90%. Ela é indicada para casos graves de apneia obstrutiva em pacientes que não se adaptaram ao CPAP e que possuem retração óssea na maxila e na mandíbula. Ao projetar os ossos da face para a frente, o espaço respiratório é ampliado de forma duradoura. É uma cirurgia realizada por cirurgião bucomaxilofacial com resultados transformadores.

O convênio médico cobre cirurgias e exames para apneia do sono?

Sim, o plano de saúde cobre tanto o diagnóstico quanto o tratamento cirúrgico da apneia do sono. A Apneia Obstrutiva do Sono é reconhecida como uma doença crônica com sérios riscos à saúde. Por isso, os planos cobrem desde exames como a polissonografia até procedimentos como septoplastia, amigdalectomia, faringoplastias e a própria cirurgia ortognática.

A cirurgia resolve o ronco e a apneia de forma duradoura?

A cirurgia busca reduzir de forma significativa os eventos respiratórios e melhorar a qualidade do sono. Em pacientes bem selecionados, os estudos descrevem resultados consistentes, mas a resposta varia conforme a anatomia, a gravidade inicial e o tipo de procedimento — não se trata de cura garantida. Manter o peso corporal saudável após a cirurgia contribui para a estabilidade do resultado a longo prazo.

Quais exames são necessários para saber se preciso de cirurgia para apneia?

O diagnóstico para indicação cirúrgica segue um protocolo rigoroso: consulta especializada (avaliação clínica inicial); exames de imagem (tomografias computadorizadas e nasofibroscopia); polissonografia basal (exame do sono para confirmar a presença e a gravidade da apneia); e endoscopia do sono (sonoendoscopia induzida), realizada sob leve sedação em ambiente hospitalar, que permite visualizar exatamente onde a via aérea colapsa em tempo real, permitindo um planejamento cirúrgico individualizado.

Por que não devo ignorar o ronco e a apneia do sono?

O ronco e a apneia não são apenas incômodos sonoros; são problemas graves de saúde. A falta de oxigenação adequada durante a noite aumenta significativamente os riscos de infarto, AVC, hipertensão arterial e fadiga crônica. A cirurgia, quando bem indicada, pode contribuir para a recuperação da qualidade do sono e da disposição, com resultados que variam conforme o caso. Se você sofre com esses sintomas, procure uma avaliação especializada e descubra o tratamento ideal para o seu caso.

Aparelho intraoral

Aparelho intraoral funciona para apneia?

Sim. O aparelho intraoral (avançador mandibular) é recomendado pela American Academy of Sleep Medicine como primeira escolha para ronco e apneia leve a moderada, e como alternativa para quem não se adapta ao CPAP. Ele reposiciona a mandíbula e a língua para a frente, ampliando a via aérea e reduzindo o colapso durante o sono.

Aparelho intraoral substitui CPAP?

Não substitui em todos os casos. O CPAP é o padrão-ouro para apneia grave porque mantém a via aérea aberta por pressão positiva. O aparelho intraoral é uma alternativa eficaz para quem não tolera ou não quer usar CPAP, e para apneia leve a moderada. A escolha depende da gravidade, da anatomia e da adaptação de cada paciente — definida em avaliação especializada.

Quem pode usar aparelho intraoral?

Adultos com ronco primário ou apneia leve a moderada, pacientes que não se adaptaram ao CPAP e pessoas com vias aéreas favoráveis ao avanço mandibular. É necessário ter dentes em número suficiente para suportar o aparelho e gengivas saudáveis. Pacientes com doença periodontal avançada, poucos dentes ou problemas graves na ATM podem precisar de avaliação adicional antes da indicação.

Aparelho intraoral funciona para apneia grave?

Para apneia grave, o CPAP costuma ser a primeira escolha. O aparelho intraoral pode ser considerado em casos graves quando o paciente não tolera o CPAP, desde que haja avaliação cuidadosa e acompanhamento rigoroso. Nem sempre o controle é suficiente com o aparelho isoladamente, e em alguns casos ele é combinado com outras abordagens. A indicação é individualizada.

O aparelho pode causar alteração na mordida?

Pode ocorrer leve alteração na mordida com o uso prolongado, como pequenas mudanças na posição dos dentes ou na relação entre as arcadas. Esses efeitos costumam ser minimizados com ajustes periódicos e acompanhamento profissional. O risco é maior quando o aparelho é mal ajustado ou usado sem supervisão, por isso o monitoramento regular é essencial.

Pode causar problemas na ATM?

O aparelho intraoral avança a mandíbula, o que envolve a articulação temporomandibular (ATM). Em pacientes com ATM saudável, o uso é bem tolerado. Quem já tem distúrbios na ATM precisa de avaliação específica, pois o avanço mandibular pode agravar sintomas. A escolha do design e os ajustes graduais ajudam a reduzir esse risco.

Precisa fazer polissonografia?

Sim, para confirmar a apneia e definir sua gravidade a polissonografia (ou estudo do sono domiciliar validado) é o exame padrão. Com o diagnóstico estabelecido, o profissional pode indicar o aparelho intraoral e planejar o tratamento. O exame também serve como base de comparação para avaliar a resposta ao tratamento.

Como saber se o aparelho está funcionando?

Os sinais clínicos incluem redução ou fim do ronco percebido pelo parceiro, menos sonolência diurna e noites mais reparadoras. Para confirmação objetiva, realiza-se uma nova polissonografia ou estudo do sono com o aparelho, comparando os índices (como o IAH) antes e depois. O acompanhamento profissional define se ajustes são necessários.

Precisa fazer novo exame depois do tratamento?

Sim. Para avaliar objetivamente a resposta ao tratamento recomenda-se um novo estudo do sono (polissonografia ou exame portátil) com o aparelho em uso. Esse exame de controle permite comparar os resultados com o exame inicial e ajustar o aparelho ou reavaliar a estratégia terapêutica conforme a evolução de cada paciente.

Pronto para dormir bem de novo?

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Resumo

O ronco frequente pode ser sinal de apneia obstrutiva do sono, e a definição do tratamento depende de três informações: o resultado do exame de sono (polissonografia ou poligrafia), a anatomia das vias aéreas e a tolerância do paciente ao CPAP. Com esses dados, as opções mais comuns são o aparelho intraoral de avanço mandibular, a terapia com CPAP e a cirurgia ortognática de avanço maxilomandibular. Os resultados variam conforme cada caso e exigem avaliação individualizada.